J.W.Thompson


A indústria cultural, nada mais é do que a reprodução em massa das obras de arte.

Podemos dizer, que com a indústria cultural a obra de arte perdeu o seu valor. A obra de arte que antes era um objeto único agora já circula entre as grandes massas. Mas por isso perdeu o seu valor?

Quando falamos “perdeu o seu valor” não queremos nos referir ao valor financeiro, mas sim ao valor de culto.

A obra de arte antes de ela ser reproduzida ela é única e por isso ela passa a ser cultuada. A partir do momento que é reproduzida em larga escala ela passa a circular pela massa, perdendo assim sua real autenticidade e seu valor de culto.

Aí vocês devem estar se perguntando. O que tudo isso tem a ver com a propaganda?

Tem a ver sim!

A propaganda é uma arte e como todas as outras artes, precisa de talento, criatividade, imaginação, dedicação em tempo integral. Só não é uma grande arte porque não dispõe da capacidade de instaurar novos valores estéticos.

Tem como objetivo vender produtos e por isso precisa seguir o que está em voga, observar o comportamento dos consumidores e só então elaborar suas peças, destinadas a influenciar seu grupo alvo e predispor as pessoas à compra das mercadorias que anuncia.

 Se fosse uma grande arte, seus valores e princípios estéticos pertenceriam a seu próprio universo e nele se bastariam. O que faz uma grande arte é a militância do artista na arte pela arte.

Foi em pleno avanço da Indústria Cultural que a J.W.T. chega à América Latina para atender as contas da General Motors.

E voltando a falar da arte propriamente dita é bem provavel que a publicidade realmente permaneça como a arte do século XX. A propaganda de massa, que hoje se da graças a Industria Cultural e a Revolução Industrial, é exposta nos veículos de comunicação e no ar livre das ruas mostra a tendência de perder importância enquanto crescem as técnicas da comunicação endereçada diretamente ao indivíduo graças aos veículos digitais (internet). Essa deve ser a grande conquista da propaganda do século atual.

Enquanto antes, nossos publicitários eram os próprios artistas da época que anunciavam suas obras para então poder vender. Mas aonde anunciavam? Não existiam meios de comunicação em massa como os atuais, a maioria das vezes eles vendiam seus produtos boca a boca. Mais tarde com o surgimento dos jornais, conseguiu se fazer uma propaganda mais “bem feita” digamos. A revista veio mais tarde e depois o grande fenômeno da publicidade mundial. O rádio! A J.W.T.  foi a pioneira na utilização desse fonômeno da comunicação e mais tarde com a chegada da T.V. também foi a primeira a fazer um comercial para esse novo meio.

A propaganda está cada vez atingindo um maior número de pessoas e fazendo propagandas cada vez mais bem elaboradas graças ao avanço das tecnologias.

Bom, que esse avanço se deu graças a Revolução Industrial e a Indústria Cultural já não é mais segredo

Mas até aonde iremos avançar? Qual será o futuro de nossa arte?

Temos que viver pra saber.

 

 

Cliente: Gazeta Mercantil

Campanha: “Notas”

 

JWT assina a campanha “Notas” para a Gazeta Mercantil. O objetivo é destacar que o jornal faz análises mais aprofundadas do mercado financeiro, além de informar ao leitor sobre acontecimentos políticos e sociais que influenciam a economia mundial.
Os três anúncios mostram ilustrações de acontecimentos importantes do último século – guerras, atentados e descobertas de poços de petróleo – sobre notas de dólar, euro e yen. A frase “Entenda quanto custa o dinheiro” completa a mensagem.A criação é de Pedro Izique e Gustavo Gusmão com direção de criação de Mario D?Andrea e Roberto Fernandez.

Segundo Mário D’Andrea, CCO da JWT Brasil, “são anúncios que mostram o que acontece por trás dos números do mercado financeiro. As imagens dramatizam a relação direta que existe entre a vida real e o mundo financeiro”.

Acesse o site: www.jwt.com.br e confira mais detalhes.

A campanha “Quem foi o Melhor” foi também inspirada em quadros de programas de auditório – com direito a apresentador e assistentes de palco. O filme batizado “Recontagem”, criado TAMBÉM pela agência JWT Brasil, apresenta a revelação dos votos. Ele mostra garotas depositando tampinhas de Coca-Cola em urnas eletrônicas, que são acionadas e apresentam o resultado final, com a surpreendente diferença de um voto a favor do brasileiro. É apenas o início da polêmica, pois o desfecho do filme mostra que Maradona não se dá por vencido. Com uma pilha de tampinhas à sua volta e exclamando frases de indignação como “No puede ser verdad”, Don Diego contesta o resultado e daí começa uma recontagem dos votos.

Será que terminou?

Coca-Cola e J.W.T. tudo a ver.

 

E a coca cola vai ganhando as ruas, os bares e as residências. A disputa ganha o tom das acirradas disputas eleitorais com a veiculação de três novos filmes na TV. O vídeo “Depoimentos”, abaixo, traz a revelação dos votos de três personalidades do esporte: Zagallo, Sócrates e Maguila.

Três personalidades do mundo do futebol ja deram o seus votos, porém não significa que a disputa terminou, o resultado final está próximo!!

 

Coca Cola e J.W.T. Tudo a ver!!

Cliente: Coca-Cola

Campanha: Quem foi o melhor?

 

Quando você vai com seus amigos naquele boteco em que a maioria das damas não pisam, o que você pede? A resposta, posso apostar, envolve ou cerveja ou cachaça. Eu, pelo menos, nunca vi amigos bebendo leite.

Mas a Coca-Cola quer ganhar os bares do Brasil e escolheu o futebol para chutar as portas desses estabelecimentos. Numa associação quase que básica de preferências nacionais sendo futebol e boteco , colocou uma figura no mínimo simpática do esporte bretão para concorrer com Maradona. Quem foi melhor? Biro Biro ou o jogador argentino? Basta depositar suas tampinhas nas urnas e escolher.

Para ativar a brincadeira, mais brincadeira, e nas últimas semanas o embate ganhou as ruas do Rio de Janeiro. Argentindo arranhavam um português esquisito e apurrinharam os habituês dos botecos cariocas, sedentos por tampinhas e por vitória.

Biro Biro não deixou por menos, e com muito mais ginga e jogo de corpo, foi tête-à-tête convencer o eleitorado, percorrendo bares da Zona Sul da cidade. Acompanhado das Biro Birete (pronto! estava faltando mulher na fórmula!), distribuiu abraços e santinhos com as estatísticas que mostram porque ele merece a vitória.

As torcidas do Flamengo e do Botafogo também participaram da campanha pró Biro-Biro. Na decisão do Campeonato Carioca, no Maracanã, as torcidas mostraram quem apóiam nessa batalha abrindo seus bandeirões gigantes em apoio ao ex-jogador brasileiro.

 

É isso ai, de agora em diante acompanharemos voto a voto para saber quem será o vencedor.

 

Viva o lado Coca-Cola do futebol.

Cliente: Unilever

Marca: Seda

Campanha: “A vida não pode esperar”

Você ja deve ter andado por São Paulo e ter visto um intrigante ponto de exclamação estampado nos metrôs e relógios espalhados pela cidade e com certeza se perguntou: O que significa esse ponto sem trazer nehuma informação?

A propaganda as vezes gosta de brincar com a nossa imaginação. Pois é, mexer com a imaginação foi o que a J.W.T. fez na primeira fase da nova campanha da Unilever para divulgar o xampu SEDA. A cidade ficou cheia de “pontos de exclamação” e ninguem sabia de onde vinham e muito menos o que significava.

Logo depois veio o slogan “A vida não pode esperar”. Comerciais de TV, comerciais de rádio e fotos de belas atrizes espalhadas pela cidade eram o abre-alas da nova campanha MUNDIAL da Unilever. 

Foi um investimento de R$30 milhões com propagandas e mais os  cachês altíssimos pagos a Adriane Galisteu, Madonna, Thais Araújo, Shakira entre outras celebridades.

A Unilever não parou por aí, reformulou todas as embalagens  do xampu Seda, todas levam agora o “conhecido” ponto de exclamação com o slogan da campanha.

A segunda parte da campanha conta com depoimentos de diversas garotas a respeito do Xampu e de como tratar os cabelos.

De acordo com o jornal “O Dia” foi a primeira campanha publicitária que atingiu mais de 20 países de uma só vez.

Hoje a Seda é dona de 38% da venda de xampus no Brasil, e se depender de criatividade tem tudo para somar mais alguns pontos percentuais a esta fatia.

Isso é Unilever, isso é J.W.T.

Posicionada como a quarta maior agência do mundo, com 300 escritórios em 87 países, ela foi relançada como a nova companhia de um bilhão de dólares.

Sim! é da J. W. Thompson a história de quem vamos contar!

A Thompson internacional

 

Antes de chegar ao Brasil, a JW Thompson já tinha muitos anos de atividade nos Estados Unidos. Em 1864 criou se o que seria o seu embrião, uma empresa chamada de Carlton and Smith, agencia especializada em vedas de espaços em revistas religiosas sediada em Nova York.

Alguns anos mais tarde, em 1868, o jovem James Walter Thompson com 24 anos, depois de alguns anos na marinha norte-americana, foi contratado pela Carlton and Smith, que seria comprada por ele nove anos depois por quinhentos dólares.

Sobre nova direção a empresa promove benefícios a publicidade e atrai compradores para espaços em suas listas de publicações. Para desenvolver conteúdo para os anúncios, contrata escritores e artistas para formar o primeiro departamento de criação, motivo pelo qual a empresa é lembrada como “pai da moderna publicidade de revista”. Em 1889 a JW Thompson se vangloria de ser responsável por oitenta por cento de toda a atividade publicitária nos Estados Unidos.

Em 1900, a agência desenvolve seu departamento de pesquisa e cria o que seria a primeira pesquisa de mercado da historia.

A partir de 1920, a agência chega a America-Latina dando abertura a uma agencia na Argentina, e no Brasil em 1929. Vale citar também que, com a chegada do rádio a Thompson foi pioneira na utilização do novo meio. Na década de 1930 a Thompson se tornou líder na utilização do radio como meio de comunicação e venda, e anos mais tarde também desenvolveu o primeiro comercial da historia da televisão.

 

A Thompson no Brasil

 

Em pleno desenvolvimento da crise econômica mundial de 1929, a JW Thompson chegou ao Brasil, sendo a primeira agencia a encarar esse desafio. A Thompson foi pioneira na introdução da fotografia nos anúncios brasileiros. Presença também marcante nos anos iniciais da JW Thompson no Brasil, Renato Castelo Branco, que ingressou na Thompson em 1939, embora trabalhando grande parte da sua vida com a publicidade, sempre esteve atento aos problemas sociais e via na publicidade uma maneira de fazer a diferença nesse quadro e soube como fazer. A Thompson lidera o mercado publicitario brasileiro durante anos.

 Principais Clientes

Desde sua fundação a J.W.T. tem sido responsavel pelo atendimento de marcas lideres no mercado, entre elas estão:

Shell, Nokia, Marie Claire, Wal-Mart, Época, Ford, Gazeta Mercantil, Hospital do Câncer, Instituto Ayrton Senna, Losango, Johnson & Johnson, Bayer, HSBC, Unilever, Warner Bros, Nestlé e a partir de 2006 conquistou também a conta de toda a América Latina da Coca-Cola.