Rogério Costa


Por Bruno Coelho, Gerente de Marketing da AGIS, uma das principais distribuidoras de TI, Informática e Telecom do país.

Você sabe o que quer ser? Sabe qual é seu objetivo?

Creio que poucas pessoas sabem e, em se tratando de marketing e comunicação, mais do que em quaisquer outras áreas isso pode ser fatal.

Mas, aí vem a pergunta que não quer calar: mas não precisamos “correr atrás” em qualquer profissão escolhida? Sim, é claro, porém os profissionais de comunicação, a meu ver, já tem uma pré-disposição para um ar meio, digamos, preguiçoso e conheço poucos com a pró-atividade necessária para fazer as coisas realmente acontecerem.

Se eu tivesse a maturidade que tenho hoje, certamente eu faria das minhas aulas de faculdade verdadeiras “oficinas da amizade“: anotaria cada celular, e-mail, ramo que atua ou gostaria de atuar, enfim, tudo que pudesse formar uma poderosa rede.

Esse assunto de network já está meio piegas de tanto que as pessoas falam. Porém, realizar uma boa rede ainda é um desafio. Vamos a um passo-a-passo:

  1. Verifique de onde seus contatos podem sair. Vale tudo – orkut, msn, foruns, blogs, etc. Todo lugar onde tem pessoas com interesses parecidos pode servir de base para uma rede de relacionamento.
  2. Saiba (ou pelo menos tente) mapear as pessoas pelas suas atuações. Vendas, Mkt, Criação, TV, etc. Segmente o máximo que conseguir e isso vai lhe ajudar muito na hora de ajudar ou pedir ajuda.
  3. Peça ajuda (mas não esqueça de ajudar). Está precisando de alguma informação, indicação para uma vaga ou mesmo pleiteando uma nova oportunidade? Pois bem, peça. Mas jamais se esqueça de contribuir com a sua rede. Você só é lembrado quando toma atitudes e as pessoas esperam que estas sejam positivas.

Creio que seguindo esses primeiros passos, já é um bom caminho para criar uma network que lhe renderá frutos. Lembre-se de estar sempre presente, sem ser chato. Aquele papo que a primeira impressão é a que fica já era; o lance agora é causar boas impressões sempre e cultivar uma rede saudável e duradoura.

Jovens universitários não conseguem lidar com o mercado de trabalho criativo. Profissionais alegam que o problema está na falta de preparo e os calouros dizem que a área é fechada.

Pesquisadores e professores apontam a falta de preparo como a principal causa. “Hoje, o conhecimento acadêmico já não é suficiente. A formação humana, ou seja, o repertório polissêmico, é que faz a diferença na carreira do universitário” é o que afirma a cineasta Laís Bodanzky.

Por outro lado, os jovens questionam o desinteresse do mercado em recebê-los de maneira criativa.

podemos dizer que bons relacionamentos e uma formação adequada é o cartão de boas vindas no mundo publicitário.

Portanto, não exite em buscar informações extracurriculares, dedicar-se a profissão e convencer o mercado de que você está preparado.

Como diria o professor João Elias Nery, a informação está disponível. Já o conhecimento, vai depender da sua vontade em entender e assimilar tais informações. Assim, você incorpora conhecimento.

Passando pelo Blog Publicidade na Web, achei o link Não Acreditamos em Propaganda. Acabei encontrando um belo vídeo.

Discussão gera conhecimento.

Vale a pena conferir!

Um estúdio de ilustração e design gráfico que acredita no lado positivo das coisas. Assim definem-se os jovens criativos de Brasília que iniciaram os trabalhos ainda na faculdade e hoje, são destaques no cenário brasiliense e também fora do país.

No mercado desde 2006, o Estúdio Mopa pode ser definido em uma única palavra: experimentalismo.

Durante a conferência Pixel Show de 2008, eles deram uma resposta estupenda para “Qual software vocês utilizam?”. Aliás, essa pergunta já era piada garantida em todas as palestras. Os mopianos não titubearam e mandou de volta um mega torpedo que, sem dúvidas, justifica todo o experimentalismo do grupo. “Papel, tesoura, cola, lápis, borracha, caneta, enfim, tudo”.

Além de experimentar, eles defendem a importância das parcerias e relações. Algo muito diferente da rivalidade. “Nós trocamos idéias com outros estúdios e tal. Afinal, designer é honesto. Publicitário é mala.”, disse um dos cinco criativos.

Calma! Eu explico. Publicitário é “mala” no sentido de um pobre mortal querer ser melhor que o outro, de ostentar status e glamour. Coisa que designer não carrega.

Buscar referências o tempo todo, saber posicionar-se com o cliente e adotar processos de trabalho são dicas mopianas que podem ser praticadas o tempo todo.

No estúdio não existe diretor de arte, assistente ou coisa parecida. Gerência de trabalho foi à estratégia preferida por eles. “Cada job (trabalho) requer uma flexibilidade, uma linha de trabalho. Quem tiver o feeling mais apurado para o trabalho “x”, assume a gerência do projeto.”, explicavam durante a conferência Pixel Show.

A modernidade atrai os mais variados tipos de clientes. MTV, Fiat, Computer Arts, agências de publicidade entre outros, são clientes que acreditaram no lado humano das coisas e receberam soluções criativas de deixar qualquer um impressionado.

É realmente isso, uma miscelânea criada a oito mãos (as outras duas alimentam planilhas do Excel) que impressiona pela modernidade e sinceridade.

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Muitos jovens brasilienses querem ter um negócio próprio. O fato é que empreender no Brasil é um desafio pra lá de interessante.

O SEBRAE, a universidade, professores, empresários, aconselham que o empreendedor deve antes de tudo buscar informações sobre o ramo que pretende investir. Aliás, essa é uma das premissas de um investidor.

Se você é daqueles que não tem a mínima pretensão de terminar a faculdade e ir trabalhar para os “outros”, confira algumas dicas para abertura de uma agência de publicidade, estúdio ou similares.

O mercado publicitário brasileiro faturou em 2007, 26 bilhões. O crescimento em relação ao ano anterior foi de 9%. Segundo as estimativas do governo, o crescimento de uma empresa prestadora de serviços pode variar de 5% a 15%.

A publicidade é crucial para o fomento do atual sistema econômico. Aliás, o Brasil é o quinto mercado publicitário no mundo, segundo a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP). O Estado de São Paulo é o que concentra o maior volume, com R$ 8 bilhões em investimentos publicitários. Outras regiões como, por exemplo, o Centro-Oeste ainda é um filão a ser explorado.

Teoricamente qualquer um pode ter uma agência. É só registrar a empresa seguindo as obrigações burocráticas. A contratação de um contador é inevitável, pois, é ele que irá legalizar a empresa em órgãos como a junta comercial, prefeitura, receita federal etc.

O ideal para iniciação básica de suas atividades vai necessitar de uma estrutura simples contendo: gerência administrativa, atendimento e prospecção, mídia, criação e, principalmente, pessoas antenadas com o mundo e com boa formação humana.

Os equipamentos devem ser definidos pela sua funcionalidade. Apresentação visual é um apelo que pode gerar negócios.

A principal matéria-prima na área publicitária é a criatividade e as idéias inovadoras que são transformadas e concretizadas dando origem as peças das campanhas publicitárias e suas estratégias.

Será necessário criar peças publicitárias – portfólio, folder institucional, cartão de visita, site e papelaria completa para apresentação dos produtos/serviços.

A automação da agência de publicidade de pequeno porte pode ser feita por um software gratuito de gestão de tarefas e contatos.

A divulgação de uma agência de publicidade pode ser feita diretamente com o cliente alvo que está sendo prospectado. Manter uma rede de contatos e avisá-los de que sua agência existe, é fundamental para captação dos primeiros (e talvez eternos) trabalhos.

O canal principal de distribuição é a própria agência e seu departamento comercial representado pelo profissional de atendimento. Parcerias com fornecedores e bom acesso às empresas são essenciais para o bom funcionamento do negócio.

Segundo o SEBRAE, para uma agência publicitária de pequeno porte, o empreendedor terá que dispor aproximadamente de R$ 70.000,00 (incluso neste valor: escritório com boa estrutura, carro popular e capital de giro).

Mas, nada impede que você comece a trabalhar no seu próprio quarto. Se resolver mandar o patrão embora e começar freelando, é importante fazer a escolha certa. Boas práticas de preço e atendimento farão toda diferença no futuro. Busque informações no Clube de Criação, ABAP, SEBRAE e aproveite para ir construindo seu plano de negócios. O SPPLAN é um excelente aplicativo/software que facilita o trabalho.

Os custos básicos para uma agência são como os de qualquer outra empresa. Aluguel, água, luz, salários, impostos, honorários profissionais, despesas de vendas, matéria-prima e insumos consumidos no processo de produção são inevitáveis.

A presença do proprietário em tempo integral, principalmente na fase embrionária do negócio, é fundamental para o sucesso do empreendimento. O empreendedor deve estar sintonizado com a evolução do setor, pois esse é um negócio que requer inovação e adaptações constantes.

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Empreendedor desde sua infância, o publicitário Luiz Antonio Galebe têm uma história de vencedor.


Foto: Roberto Setton

Aos 18 anos ele montou sua primeira empresa, junto com um amigo. Não deu certo, mas, Galebe tem o verbo “vender” em seu DNA e foi na televisão que ele encontrou de maneira criativa, o melhor cenário para explorar a publicidade e exercitar sua lábia.

Sua primeira experiência foi feita com uma câmera emprestada. Hoje ele é dono do Shop Tour e orgulha-se de seu case. Principalmente, de ter transformado muitas lojas em redes.

Em um bate-papo descontraído no III Congresso de Empreendedores do CJE-FIESP, Galebe contava que começou a desbravar o filão publicitário em 1987. “Nesta época, eu vendia almoço para pagar a janta. Como não tinha grana, eu buscava anunciante, fazia o roteiro, gravava o anúncio e administrava o negócio em um pequeno escritório com uma única linha telefônica. Isso já em 1999.”, lembrou.

“Ao contrário dos anúncios comuns, o nosso custava barato e era veiculado num horário que ninguém apostava”, dizia ele.  A verdade é que o telespectador começou a parar na emissora para ver “aquele programa de anúncios”.

Focado no objetivo, sua empresa passou a ocupar mais espaço nas madrugadas da Record até que um dia, já no canal UHF – o CBI, ele foi desalojado (o aluguel era de R$ 700 mil / mês). A princípio Galebe não via problemas porque já tinha adquirido um canal próprio. Mas, não contava que o CBI se transformaria num forte concorrente e que sua programação seria copiada.

“Fui apunhalado. As pessoas não percebiam a diferença e assistiam a programação do meu concorrente achando que era o Shop Tour.”

Mais uma vez na vanguarda, usando tecnologia “on-demand“, ele coloca anúncios da televisão na internet. Mas, o faturamento da empresa caiu pela metade em 2005 e Galebe já pensava em abandonar o negócio.

Como se não bastasse, o mascate eletrônico tinha outro desafio: a separação conjugal. “Minha ex-mulher movia uma ação contra min e não deixava ver minhas filhas, fruto de um casamento de dez anos. Já não sabia o que fazer”.

Procurando uma solução, ele encontrou a saída: “volto para televisão e mesmo que não veja minhas filhas, elas poderão me ver e perceber que estou feliz, trabalhando”.

De tanto pensar nisso (também, pela necessidade de sobreviver), Galebe volta novamente para a telinha com seu conceito “galebiano”, brasileiro e original. Um sucesso!

Como todo bom publicitário, ele deixa a dica: “vendedor desinformado não é vendedor. Isso vale também para o empreendedor, para o publicitário e qualquer outro profissional”.

Não dá mesmo para confiar em um vendedor ou mesmo um publicitário que nem se quer conhece seu produto, seu cliente. Vive no mundo da lua.

Em 2007, ele enfatizou na campanha da operadora de celulares Vivo, as ações de reposicionamento e ofertas dos planos Vivo Escolha.

Como empreendedor individual, Galebe é singular. Único!

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Por Rogério A. Costa

Jovens universitários não conseguem lidar com o mercado de trabalho criativo. Profissionais alegam que o problema está na falta de preparo e os calouros dizem que a área é fechada.

Pesquisadores e professores apontam a falta de preparo como a principal causa. “Hoje, o conhecimento acadêmico já não é suficiente. A formação humana, ou seja, o repertório polissêmico, é que faz a diferença na carreira do universitário” é o que afirma a cineasta Laís Bodanzky.

Por outro lado, os jovens questionam o desinteresse do mercado em recebê-los de maneira criativa.

Podemos dizer que bons relacionamentos e uma formação adequada é o cartão de boas vindas no mundo publicitário.

Portanto, não exite em buscar informações extracurriculares, dedicar-se a profissão e convencer o mercado de que você está preparado.

Outros textos, aqui.

É meus amigos… Diante de tantas criações e até mesmo limitações alguém consegue ser muito criativo!

Penso que a Talent conseguiu um pouco mais: consegue dar um “Boo Assustador” na concorrência!

Na quarta-feira (04/06/2008), visitamos a AlmapBBDO localizada na Av. Roque Petroni Jr., 999 – 3º, 5º, 6º e 7º andares – São Paulo / SP. Criada nos anos 50, a Almap revolucionou sua filosofia de trabalho e atrai os melhores talentos que transformam as idéias numa comunicação inovadora e atraente.

Com um time seleto a Almap tem ajudado seus clientes a construírem marcas cada vez mais preferidas e desejadas. “Aqui só tem gente boa por uma razão simples: gente encardida não consegue brilhar.”

Nossa visita aconteceu depois que efetivamos networking com o Reinaldo Parreiras (Gerente de Internet) após uma palestra ministrada por ele na Faculdade Cantareira.

Na agência fomos recepcionados pela Mariana Junqueira (Assessora de Imprensa) que compartilhou informações preciosas!

A estrutura é totalmente moderna e desfruta de um ambiente agradável e ao mesmo tempo minimalista. As pessoas são dividas em equipes e cada uma cuida de determinado cliente. O ambiente é separado apenas por vidraças, possibilitando uma interação “generalizada”.

A agência faz todo o trabalho solicitado pelo cliente, exceto a produção de filmes que fica por conta de produtoras. Ou seja, a Almap cria não só as peças de propaganda como também as embalagem, os brindes etc.

Além da produção nacional, ela exporta trabalhos para outras agências do grupo BBDO fora do Brasil.

Um detalhe interessante é que os publicitários José Luiz Madeira e Marcello Serpa, ambos responsáveis pela Almap, não se limitam apenas à posição de homens de negócios. Eles também participam da criação de peças e interagem o tempo todo com os respectivos departamentos da agência.

O objetivo da visita era incorporar uma visão clara do mundo publicitário através dos bastidores de uma indústria bilionária que atrai gente de todos os lados.

Ao final de tudo, fomos presenteados com o portifólio (Impresso e dvd) contendo os melhores trabalhos da AlmapBBDO. Um presente que não tem preço!

Criação + Planejamento = AlmapBBDO

Foto: rOgéR!o (estudante de publicidade)