Visita Técnica


Essa é a expressão que descreve nossa satisfação ao ver a exposição “Descobrindo Guayasamin”, que esteve no Memorial da América Latina no mês de maio.

Muito mais que tinta, Oswaldo Guayasamin consegue expressar sentimentos, em suas telas há sofrimento, dor, angústia, sensualidade, alegria e tudo mais que se permita sentir, sua obra tem um poder penetrante, que motiva à apreciar a arte.  Uma característica pessoal que o artista transpõe é o seu desejo de que não exista a desigualdade, seja ela racial, regional, sexual ou qualquer outra, pois quando se aprecia as imagens em muitos casos é difícil distinguir entre homem ou mulher, negro ou branco,  gordo ou magro.

Além da exposição, visitamos o Pavilhão da Criatividade, local que guarda um acervo belíssimo de peças em cerâmica, roupas, figuras de animais, maquetes de locais turísticos e até mesmo fotos e biografias de figuras históricas como Ernesto Che Guevara. Passeando entre as peças expostas, que têm o objetivo de mostrar a cultura latino-americana, você pode conhecer vários lugares diferentes.


Enfim, foi uma tarde muito proveitosa e divertida, o Memorial é um lugar agradável, porém é importante colocarmos que o Estado precisa cuidar melhor das instalações, pois a ferrugam e a poeira passam a sensação de abandono.

Museu dos Imigrantes

Criado em 6 de Abril de 1998, o Museu dos Imigrantes possui Salas de Exposições, Biblioteca, Estudio Fotográficos, Auditórios e Lanchonete. Os visitantes tem acesso a todas as áreas e cada uma conta um pouco da história destes heróis que sairam da sua terra e vieram a São Paulo em busca de uma oportunidade, encontraram na hospedaria um lugar seguro e confortavél onde por 8 dias tinham acesso a serviços médicos, odontologicos e refeições diárias.

O que mais gostamos no passeio: foi o fácil acesso ao Museu, a possibilidade de tiramos fotos com roupas e cenários antigos, andar de Bondinho e Maria Fumaça, consultar nossos Sobrenomes em Terminais para descobrirmos familiares Imigrantes.

O que menos gostamos:alguns lugares estavam fechados para visitação como a Hospedaria, faltou um guia para nos explicar sobre a História do Museu.

 

 

 

 

Com cinco andares, um teatro, uma sala de cinema, uma livraria e um café. Esse é o Centro Cultural Banco do Brasil, onde tivemos o prazer de conhecer. Localizado entre as estações Sé e São Bento do metrô, na Rua Álvares Penteado nº. 112, o Centro Cultural Banco do Brasil recebe diversas atividades culturais e abriga exposições de artes plásticas, fotografias, apresentações de teatro, cinema e palestras.

Visitamos o local no dia 27 de maio de 2008 e nos surpreendemos com a exposição:

 “Um círculo de ligações” que contava a trajetória e mostrava as obras dos artistas Foujita, Kaminagai e o jovem Mori.

Foujita, Kaminagai e Mori eram japoneses. Foujita e Kaminagai gravavam em suas telas o impressionismo parisiense e vieram residir em nosso país onde construíram suas famílias e expuseram suas obras em muitos festivais e ganharam muitos prêmios.

Mori era um jovem de apenas 14 anos com um incrível talento para molduras, talento esse descoberto por Kaminagai em sua visita feita ao Japão, sua terra natal, em plena segunda guerra.

 

Exposições são apenas umas das atrações do Centro Cultural Banco do Brasil, como já mencionado, quem visitar o local poderá se divertir com apresentações de teatro e cinema e quem sabe apreciar um livro em uma tarde ociosa.

Centro Cultural Banco do Brasil, é mais do que cultura, é diversão.

Como diria Tom Zé e Ana Carolina, a “unimultiplicidade” presente no museu é viva e mostra as raízes da nossa língua.
 
No museu podemos explorar a multissensorialidade do nosso idioma disposto em um projeto incrivelmente interativo a ponto de perturbar um pouco, mas imperdível!
 
A criatividade não foi usada somente para a resolução dos enigmas. Em um Cartão Postal da cidade de São Paulo, imagens, sons e vídeos relatam a história da língua portuguesa e expressam a criatividade do povo brasileiro diante da diversidade cultural e a evolução contínua da língua.
 
Segundo os organizadores, “deseja-se que, no museu, o público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa”.
 
Com certeza os detalhes da sinalização, as cores, o ambiente e a forma como o projeto é ordenado evidencia claramente a importância das artes gráficas e principalmente, o poder da comunicação junto à interatividade.
 
Além de aprender, você se encanta com a cultura deste Brasil!