O novo comécial da coca-cola zero, utiliza como principal tecnologia a computação grafica, usa um Urso cantando em ritmo de Hip-Hop, com cenas impossivéis, como chuva de salmão e ovelha dando mel. O impossivél aconteceu a coca-cola criou um novo refrigerante  “zero açucar” sem perder seu gosto original.

Achei muito criativo e acredito que a mensagem foi passada com clareza.

O comercial relata a história de um cãozinho que fica só, devido a morte de seu ndono. Seus orgâos foram doados, dando vida a varias pessoas, com está matitude de certa forma ele permanece vivo deixando seu cãozinho diante de um dos seus doadores com duvida de está diante dele.

O comercial tem como objetivo incentivar a doação de orgãos, ele busca através do emocional incentivar as pessoas a doerem os orgãos após a morte.

Apessar de ser um comércial um tanto triste é um comécial que consegue  conscientizar emocionar a quem assiste.

 

Achei muito legal essa propaganda, pena que não foi ao ar . Agora tentem me responder ,qual é o problema  de linguagem nesse anúncio ? 

 

Será que não ficava melhor dizer: expelir ventosidades, com estrépito, pelo ânus.

Tradução feita pelo nosso amigo Aurelio.

AHEUAHEUAHEUAHEUAHEUAHEUHEAU

Galera a nestle lançou uma campanha de pascoa bem diferente e inteligente para fazer com que as pessoas comprem mais ovos de pascoa nesses tempos de crise.

A promoção tem o nome de Chocolover, onde a cada R$35,00 em compras ganha um cupom, com uma certa numeração pra ser enviado via sms, para concorrer a viagens para a Suiça para conhecer a  fábrica de chocolates nestle e outros prêmios como: casa, bolos de páscoa e ovos de 3kg.

Uma promoção dessas só poderia ser mesmo da nestle!!

Na década de 20 tem início as primeiras grandes campanhas de empresas multinacionais que se instalam no país. A Bayer é a pioneira em campanhas para promover seus produtos, principalmente a Cafiaspirina, Aspirina e Alka-Seltzer.

Mesmo com a crise de 29, a publicidade se desenvolve a passos largos, aparecem os painéis de estradas, o out-door, os anúncios em revistas e jornais tornam-se mais sofisticados, slides coloridos em lâminas de vidro são exibidos nos cinemas e programas e jingles para as rádios são criados dentro das agências.

As pesquisas de mercado para conhecer o consumidor e seus hábitos tornam-se cada vez mais importantes e são exigências de empresas como a Perfumaria Gessy e dos laboratórios farmacêuticos.

O rádio cresce rapidamente a partir de 1931, quando o governo federal passa a conceder para a iniciativa privada a exploração do sinal de rádio, as agências passam não só a confeccionar jingles e publicidades para as rádios como também produzem os programas que são patrocinados por grandes empresas, como o Repórter Esso. Neste período, cerca de 60% do capital destinado à publicidade, pelas empresas, é aplicado no rádio na forma de publicidade e/ou de patrocínio de programas. Os principais anunciantes são lojas de departamentos, restaurantes, lanchonetes, xaropes, remédios e produtos alimentícios.

Com a Segunda Guerra Mundial, acontece um decréscimo no movimento de anúncios criando uma crise no setor da publicidade que passa a se recuperar somente a partir de 1945. O rádio ainda é principal veículo de propaganda e as radionovelas, programas de auditório, humorísticos e radiojornais são os programas que mais recebem patrocínio de grandes empresas.

A consolidação da sociedade de consumo acontece a partir do pós-guerra e durante toda a década de 50, multiplicando produtos como veículos, eletrodomésticos, refrigerantes, confecção e fazendo surgir os crediários que facilitam as compras, promovem o crescimento da produção e do consumo. O mercado publicitário cresce e os profissionais da área a sentem a necessidade de se organizarem e para tanto surge a Associação Brasileira de Propaganda (ABA), o Conselho Nacional de Imprensa (CNI) em 1949, e posteriormente a Associação Brasileira de Agência de Propaganda (ABAP).

A Televisão irá trazer um novo impulso para a já sofisticada publicidade brasileira, criando mais um veículo para a divulgação de produtos e de campanhas. A partir de 1950 com a TV Tupi, inaugura-se uma nova era eletrônica e são, mais uma vez, as agência de publicidade como a McCann Erikson e a J. W. Thompson que irão trazer o “know-how”, criando, redigindo e produzindo programas e comerciais de televisão ao vivo. As “garotas propagandas” ganham fama e prestígio e as mais importantes foram Idalina de Oliveira, Meire Nogueira, Wilma Chandler, Odete Lara, Maria Rosa e Neide Alexandre.

Os anúncios são principalmente de eletrodomésticos, produtos para as donas-de-casa, alimentos e automóveis. Neste momento um bom profissional de criação chegava a trabalhar para diversas agências ao mesmo tempo, e uma mesma agência podia fazer a campanha política de diversos candidatos. O crescimento econômico e industrial do país refletia-se no crescimento das agências e do mercado de publicidade e propaganda.

São Paulo é o principal centro de produção de publicidade e propaganda, e muitos profissionais do Rio de Janeiro – capital do país no período – migram para as agências paulistanas com a finalidade de atenderem os setores em crescimento, principalmente o automobilístico que promove fortes campanhas e concorrências (Jeep, Volkswagen, Ford, GM, Chevrolet). Um reflexo do crescimento do setor publicitário é o surgimento da Revista Propaganda que tratava de assuntos do setor e tinha seus artigos assinados por grandes nomes da propaganda brasileira.

A indústria cultural se consolida no país e a mídia cresce e se aperfeiçoa rapidamente. A programação e os anúncios ao vivo da televisão serão substituídos rapidamente com a chegada do VT (Vídeo Tape) permitindo que as agências criassem e produzissem uma publicidade muito mais sofisticada. E, do ponto de vista de criação e originalidade, podemos dizer que as década de 70 e 80 representam a fase áurea da publidade brasileira. Nas agências aparece pela primeira vez, as duplas de criação trazidas do exterior por Alex Periscinotto, as premiações em festivais internacionais se iniciam em 1972 com o primeiro Leão de Ouro em Cannes com a peça “Homens com mais de 40 anos” de Washington Olivetto (DPZ). As agências brasileiras se multiplicam e profissionais como Duailibi, Petit, Zaragoza, Washington Olivetto, Alex Periscinotto, Geraldo Alonso, Marcello Serpa, Nizan Guanaes e Márcio Moreira entre outros, ganham renome internacional. A publicidade brasileira passa a ser considerada uma das melhores do mundo sendo o seu maior reflexo o número de premiações que as agências brasileiras alcançam nos festivais internacionais.

Aparados pela lei 4.680 de 1965, que determina uma remuneração para as agência de 20% das verbas investidas pelos anunciantes na mídia, o setor de negócios da publicidade e propaganda se consolida e torna-se cada vez mais sofisticado em termos de criação e uso de tecnologias. Durante todo o período da Ditadura militar (1964-1984) o setor cresceu sem grandes crises ou conflitos. No final do período, a crise econômica e os movimentos políticos irão se refletir no setor, levando-o a “apenas sobreviver nos dez anos seguintes” como nos informa Pyr Marcondes.

O final do século XX marca uma nova configuração econômica no mundo, a globalização, irá obrigar o mercado a posicionar-se de forma diferenciada e este fato exige das agências uma reestruturação em termos de ganhos e de atendimento a seus clientes. Redução de quadros, de ganhos e maior maturidade do setor são as principais mudanças ocorridas. Este fato, permite um salto na criatividade publicitária nacional alçando o país à condição de terceira potência mundial em criação publicitária na década de 90.

A propaganda hoje, é responsável pelo sustento de boa parte da mídia e é inseparável do setor de negócios e de produção, sua maturidade e capacidade de adequar-se às novas realidades que se constituem através de todo o século XX é que a transforma em um dos bons setores de negócios do país. O exigente público brasileiro – acostumado com a alta qualidade e profissionalismo que se imprimiu às peças publicitárias veiculadas na mídia – é também responsável pela exigência de profissionais cada vez mais qualificados e preparados para atuarem neste setor.

Fonte: http://www.facasper.com.br/pp/site/historia/index.php

A história da publicidade e da propaganda, no Brasil, tem início ainda no século XIX quando o desenvolvimento econômico, baseado na agro-exportação, promove um crescimento urbano capaz de abrigar diferentes atividades profissionais e setores de negócios que necessitam comunicar sua existência ao mercado.

Os primeiros anúncios aparecem principalmente nos jornais e se referem à venda de imóveis, de escravos, datas de leilões, ofertas de serviços de artesãos e profissionais liberais. Embora os jornais recebam a maioria dos anúncios também podemos encontrar, no período, outros veículos como os cartazes, painéis pintados e folhetos avulsos.

Já em 1821 surge o primeiro jornal de anúncios, o Diário do Rio de Janeiro, este tipo de jornal surge para facilitar as transações comerciais e são os primeiros diários que sobrevivem de anunciantes e não de assinaturas de leitores. Os anúncios se caracterizam por textos longos e poucas ilustrações como em nossos atuais classificados.

No início do século XX, com a melhoria do parque gráfico e o aparecimento das revistas – chamadas de semanários ilustrados – os anúncios ganham ilustrações e cores e seus textos se tornam mais objetivos. O tipo de propaganda que se sobressai é a venda de remédios que aparecem principalmente em preto e branco e em tamanhos menores, são eles os responsáveis pelo sustento das revistas e jornais já que existem em grande número. A principal característica do anúncio neste período é o uso de políticos que aparecem em caricaturas e com diálogos bem humorados vendendo produtos alimentícios, marcas ou comentando sobre lojas. O presidente da República e seus ministros são os personagens preferidos dos desenhistas, mas isto não exclui o uso de figuras internacionais como nos anúncios do Pó de Arroz Rei Alberto.

As primeiras agências de publicidade começam a parecer a partir de 1914, em geral, iniciam como empresas de anúncios e evoluem para agências como foi o caso da Eclética que estava sediada em São Paulo, cidade que no período, da Primeira Guerra Mundial, ganha outras agências como a Pettinati, Edanée, a de Valentim Haris e a de Pedro Didier e Antônio Vaudagnoti.

Com o desenvolvimento industrial que se inicia no país, chegam as empresas americanas e com elas chegam também as agências de propaganda norte-americanas que imprimem uma nova estética para a publicidade e exigem a profissionalização das áreas envolvidas com a publicidade e propaganda, neste sentido, desenhistas, fotógrafos, áreas de criação e gráficas ganham um novo impulso técnico e profissional para atender as necessidades de agências a Ayer logo substituida pela J. Walter Thompson e o departamento de propaganda da GM que depois se torna a Gráfica Lanzara.

fonte:http://www.facasper.com.br/pp/site/historia/index.php

Nem tudo é para todas eu adorei esse comercial porque ele nos mostra um Shampoo e Condicionador para menores de 18 anos, e observamos que as personagens do comercial são mulheres mais velhas tentando ser mais novas.

Aí você as observa na escola, no shopping, no quarto fazendo guerrinha de travesseiro, como adolescente.

Comercial Unibanco

 

Esse comercial é maravilhoso, ele mostra com a frase Unibanco nem parece banco o seguinte, venha para nosso banco que aqui não tem burocracia, é crédito aprovado na hora, você tem o melhor atendimento, você nem se senti em um banco de tão bom que é o atendimento.

 Não é como os demais bancos com filas imensas, com crédito para analisar.

 

Unibanco nem parece banco

A Wolksvagen foi longe em uma de suas campanhas, ela investiu muito nesta campanha trazendo celebridades mundiais como Gisele Bundchen e Sylvester Stallone.A Almap BBDO foi a agencia responsável pela criação da campanha, lançada no intervalo do Fantástico no dia 29/06/08, trazendo como ideia principal os conceitos de beleza(Gisele Bundchen) e força(Sylvester Stalone) presentes no lançamento.

Esta campanha foi veiculada por meio de anuncios, midia exterior, spots e internet, os comercias foram gravados em Los Angeles e foram gravados 3 comerciais, foi um investimento bem alto que com cereza deu muitos frutos a Wolkswagem…

O filme “Meet Dave” que foi lançado em 2008 teve uma ação de marketing um tanto inusitada que merece ser comentada. O filme que conta com Eddie Murphy como protagonista, conta a missão de seres de outros planetas que querem conhecer o comportamento humano. Dave, no filme, representa um robo que possui tripulantes em sua cabeça.

Para fazer a divulgação do filme a “Century Fox” criou nada menos do que uma réplica da “cabeça” de Murphy com mais de 30 metros de altura. A “cabeça” percorreu os E.U.A. de leste a oeste sempre distribuindo panfletos do filme.

O filme no entento não atendeu as expectativas ficando abaixo do fraco  ”Norbit” na arrecadação.dave1

O marketing é o estudo do mercado que busca uma comercialização  com realizações atraves de planejamentos, concepção e concretização para a satisfação das necessidades do cliente em forma de benefício. Envolve a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor com uma completa organização relativa ao desenvolvimento com suas distribuições e promoções de produtos e serviços. Embora ele também vende idéias e usa grandes técnicas para a satisfação do publico que já está acostumado  com a praticidade e  inovação mercadológica. O mercado busca suprir a demanda de todos os produtos e serviços que os clientes precisam para satisfazer suas necessidades. Seu objetivo é assegurar sua qualidade atraves da marca no mercado de movimento.

Nesta propagando da smirnoff demostra o quanto ela é limpa e pura.

E o conceito de puras possibilidades faz com que a marca nos traga nesta propaganda irreal a forma que se trata da água para os seus consumidores, mas mesmo assim de forma sutil demonstra que todos os concorrentes não fazem como deve-se fazer. PURA.

Investindo nada mais nada menos que 25 milhões de reais,AdeS, marca da Unilever anuncia que entrará no mercado para as crianças o AdeS Nutrikids, a partir de abril em campanha publicitária desenvolvida pela Ogilvy e Matter.Com filmes de 15 a 30 segundos na Tv aberta e a cabo em todo o país,direcionada as mães querem uma alimentação saudável para os filhos, a campanha visa comunicar os três benefícios do produto. O filme mistura a preocupação das mães no mundo animal com seus filhotes e faz um pararelo com as mães humanas.

Você já ouviu falar em Marketing Pessoal?

Marketing Pessoal é basicamente aumentar a aceitação e fortalecer a imagem de uma pessoa pelo público em geral ou por determinado segmento deste público.

Ou seja, no seu marketing pessoal você se vende, vende a sua marca como se fosse um produto ou serviço. 

“Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”. No mercado de trabalho é assim. Temos que pensar em nós mesmos como um produto. 

A embalagem: Aparência, Trajes, Acessórios, Etiqueta, Postura, Vocabulário, Saúde. Não podemos nos apresentar a um cliente com piercings, cabelo desarrumado, com roupas informais demais. E nem pensar em gírias, pega muito mal.
O conteúdo: Formação, Currículo, Atitude, Autenticidade, Transparência, Flexibilidade, Tolerância, Paciência, Ética, Positividade. Temos que estar antenados com a tecnologia, atentos com as novidades para fazermos a diferença.
A visibilidade: Não adianta fazer a melhor coisa do mundo se ninguém tomar conhecimento. É preciso comunicar e repercutir. Para construir uma marca, você precisa ser visto. Crie a sua: Logomarca, Cartão de visita, Website, blog, E-mail, Artigos, portifólio, Eventos
 
A ênfase: Uma marca, para ser lembrada, precisa ser repetida.
 
A divulgação: aproveite todas as oportunidades possíveis. Deixe bem claro para os colegas, vizinhos, amigos e familiares com o que você trabalha. Divulgue o que você sabe fazer. De repente aparece uma oportunidade no momento mais inesperado.
A diferenciação: seja autêntico e espontâneo. Não tem nada pior do que passar a sensação de estar imitando alguém.

Propaganda não é vender, mas fazer com que o cliente se interesse pela sua marca, podendo assim dizer que influênciamos o nosso publico a dar preferência ao que estamos oferecendo. 

Utilizar o marketing é entender nossos clientes e assim atender suas necessidades: preço, qualidade e outras caracteristicas

Já no PDV as técnicas são baseadas na persuasão.

O vendedor que estará apresentado o produto utilizará  todas suas qualidades em convencimento para mostrar ao cliente que o seu produto é o melhor, não fugindo da realidade funcional e apelativa, mas centralizando todas as qualidades visiveis: Embalagem, aroma e economia. 

Para o vendedor não importa o que esta na prateleira, ele precisa vender.  

Para o publicitário precisamos entender nosso publico.

Em 2003 a Cemusa iniciou uma instalação de 350 relógios digitais da linha Pal-li em Belo Horizonte, dando continuidade em outros estados brasileiros devido o avanço da capital mineira. Com isso a empresa passou a atingir diariamente um publico de 12,5 milhões de pessoas no brasil.   Belo Horizonte era visto como capital das soluções da tecnologia de midias  e  terceiro mais importante mercado  brasileiro.

 

 

 

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Algum tempo depois da campanha publicitária envolvendo Gisele Bundchen e Sylvester Stallone, a Volksvagem ganhou uma nova campanha no dia 27(sexta feira).Feita pela Almap BBDO o comercial foca a beleza e resistência do Gol G5, Jorge Ben Jor faz uma participação especial dê uma olhada.Além da televisão e revistas a campanha estará também na internet.

Um bom projeto tem que ter um bom briefing. É fundamental para um trabalho bem feito.

Briefing é onde estão as informações do que o cliente quer nesse trabalho e o que podemos oferecer para ele. É a matéria-prima que o designer precisa para sair do zero e começar a esboçar uma solução. Quanto mais detalhado for, menor a chance de bater um branco e se entregar ao desespero diante da desorientação de não saber por onde começar.

Aliás, comece sempre pelo briefing.

Se o cliente não der um, invente, pesquise sobre ele por conta própria.

A Mídia é uma designação generica dos meios , veiculos e canais de comunicação. Detentora de grandes poderes e tenta atrair e conquistar o seu publico de todas as formas possíveis e inimagináveis . Ela é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser compreendida como investimento para geração de resultados. sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Embora com o do tempo, essa tarefa se tornou bem mais observável sob diferentes aspectos, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação com eficiência e eficaz, com o  proposito de atingir melhor cobertura e freqüência com o mínimo de gastos ao público-alvo esperado.

O texto que utilizamos para vender nosso produto ou serviço faz toda a diferença. Desde sempre, negócios são feitos com palavras. Investir no design e na tecnologia é muito importante, mas o que seduz o nosso público é o texto.

Seja um site, blog, catálogo, folheto ou qualquer outro material promocional, precisamos usar mensagens claras para interagir com o nosso público, para não corremos o risco de ficar falando sozinhos.

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