Essa é a expressão que descreve nossa satisfação ao ver a exposição “Descobrindo Guayasamin”, que esteve no Memorial da América Latina no mês de maio.

Muito mais que tinta, Oswaldo Guayasamin consegue expressar sentimentos, em suas telas há sofrimento, dor, angústia, sensualidade, alegria e tudo mais que se permita sentir, sua obra tem um poder penetrante, que motiva à apreciar a arte.  Uma característica pessoal que o artista transpõe é o seu desejo de que não exista a desigualdade, seja ela racial, regional, sexual ou qualquer outra, pois quando se aprecia as imagens em muitos casos é difícil distinguir entre homem ou mulher, negro ou branco,  gordo ou magro.

Além da exposição, visitamos o Pavilhão da Criatividade, local que guarda um acervo belíssimo de peças em cerâmica, roupas, figuras de animais, maquetes de locais turísticos e até mesmo fotos e biografias de figuras históricas como Ernesto Che Guevara. Passeando entre as peças expostas, que têm o objetivo de mostrar a cultura latino-americana, você pode conhecer vários lugares diferentes.


Enfim, foi uma tarde muito proveitosa e divertida, o Memorial é um lugar agradável, porém é importante colocarmos que o Estado precisa cuidar melhor das instalações, pois a ferrugam e a poeira passam a sensação de abandono.